domingo, 16 de setembro de 2012
domingo, 9 de setembro de 2012
Bike Tour 09.09.2012
A manhã acordou com um manto de neblina a encobrir as serranias Sousenses, mas depressa o sol se descobriu sobre os Trambolhistas que se encontravam para mais um domingueiro.
Começando calmamente, e num rumo que evitasse a paisagem carbonizada dos ultimos incêndios, dirigiram-se para Jancido, ascendendo ao alto do Sardão por via do trilho da Linha - sempre bonito com a sua envolvência verdejante e o murmurio das águas no fundo do vale do Sousa.
Descemos o, agora, rápido estradão até à lagoa da marina das Medas - onde encontramos um pequeno mar de gente que vociferava frases de incentivo aos canoistas que se esforçavam nas àguas do Douro.
Mas como confusões não era o que pretendiamos seguimos o nosso rumo, subindo pela urbanização abandonada da marina até ao alto do trilho da Conducta das Medas - onde paramos um pouco para recuperar o fôlego e comer qualquer coisa enquanto a conversa se punha em dia.
O trilho da Conducta é sempre espectacular, mas toda aquela inclinação leva-nos ao seu fim enquanto o diabo esfrega um olho e mal demos por ela estavamos novamente a escalar serranias - desta feita rumo à CREP, para tomar o estradão que nos levaria até à junta de Covelo.
Uma paragem rápida na fonte para re-atestar os bidons e siga... para a esplanada - que estas voltas domingueiras não são só dar ao pedal: também é preciso não descurar o convivio e o apreciar de cevadas!
Já um pouco tardio na hora subimos, a algum custo, a Gens para tomar o trilho da Pesqueira - algo fechado pela vegetação espinhosa em algumas zonas, o que forçou a uma andamento mais cauteloso para evitar situações como a que o Sr.Flávio protagonizou no fundo do trilho da Conducta alguns quilómetros antes.
Regressados à Sousa foi a vez das ultimas conversas e das despedidas.
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domingo, 2 de setembro de 2012
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Bike Tour 2012.08.26
Hoje no ponto de partida, encontraram-se os três resistentes: os senhores Campos, Celso e Rui.
Após uma breve deliberação, partimos em direção ao Tronco - já não fazíamos este trilho há muito tempo.
E toca a subir! Lá em cima paramos para beber umas águas. A ter em conta: Eu umas águas com gás, senhor Celso um café e o senhor Campos uma água natural fresca. Água fresca desvia de ser, agora natural não era - devia ter algo misturado...
Quando estávamos a preparar o corpo para descer, o senhor Campos lembra-se de ir ás antenas a Valongo. Já sabem quem resmungou logo... isso mesmo!
O senhor Celso, sob protesto, lá começou a rolar na estrada e nós a acompanhar. No meio da Dom Miguel o senhor Celso troca de bike com o senhor Campos e, após uns quilómetros, troca comigo. Fizemos o percurso até entrarmos no monte com as bikes trocadas.
Um pouco acima dos móveis Crespim entramos no monte e fomos sempre a subir até ao Sanatório. Ali, com uma vista espetacular paramos para retemperar as forças. Seguimos pela crista das rochas até ao estradão que nos levaria até á base do monte de Santa Justa, depois foi sempre a descer até ao parque paleozoico - e que descida! Pena que em alguns locais os lenhadores tenham deixado os ramos no meio do caminho tornando a descida perigosa.
No parque paleozoico não fomos em frente nem á esquerda, viramos á direita com o objetivo de descobir um trilho novo, mas este revelou-se uma desilusão - pois subimos um estradão e um pouco á frente encontramos logo a estrada. Esta levou-nos até Beloi e daí foi sempre pela estrada até ao ponto de partida.
Pelo caminho ainda deliberamos ir ao Santo Ovídio, mais propriamente até casa do senhor Celso, mas deparamos com um problema, entre onde estávamos e a casa do Sr.Celso existia uma subida... Problema para o senhor Celso, claro, sempre o mesmo...
Acabamos por desistir da ideia.
Despedidas feitas, cada um rumou para casa dando por terminada a volta.
Para estatística ficam, 30 quilómetros, com um acumulado de dez mil metros... de notar que foi o senhor Celso que deu a contagem do acumulado...
Até domingo
Após uma breve deliberação, partimos em direção ao Tronco - já não fazíamos este trilho há muito tempo.
E toca a subir! Lá em cima paramos para beber umas águas. A ter em conta: Eu umas águas com gás, senhor Celso um café e o senhor Campos uma água natural fresca. Água fresca desvia de ser, agora natural não era - devia ter algo misturado...
Quando estávamos a preparar o corpo para descer, o senhor Campos lembra-se de ir ás antenas a Valongo. Já sabem quem resmungou logo... isso mesmo!
O senhor Celso, sob protesto, lá começou a rolar na estrada e nós a acompanhar. No meio da Dom Miguel o senhor Celso troca de bike com o senhor Campos e, após uns quilómetros, troca comigo. Fizemos o percurso até entrarmos no monte com as bikes trocadas.
Um pouco acima dos móveis Crespim entramos no monte e fomos sempre a subir até ao Sanatório. Ali, com uma vista espetacular paramos para retemperar as forças. Seguimos pela crista das rochas até ao estradão que nos levaria até á base do monte de Santa Justa, depois foi sempre a descer até ao parque paleozoico - e que descida! Pena que em alguns locais os lenhadores tenham deixado os ramos no meio do caminho tornando a descida perigosa.
No parque paleozoico não fomos em frente nem á esquerda, viramos á direita com o objetivo de descobir um trilho novo, mas este revelou-se uma desilusão - pois subimos um estradão e um pouco á frente encontramos logo a estrada. Esta levou-nos até Beloi e daí foi sempre pela estrada até ao ponto de partida.
Pelo caminho ainda deliberamos ir ao Santo Ovídio, mais propriamente até casa do senhor Celso, mas deparamos com um problema, entre onde estávamos e a casa do Sr.Celso existia uma subida... Problema para o senhor Celso, claro, sempre o mesmo...
Acabamos por desistir da ideia.
Despedidas feitas, cada um rumou para casa dando por terminada a volta.
Para estatística ficam, 30 quilómetros, com um acumulado de dez mil metros... de notar que foi o senhor Celso que deu a contagem do acumulado...
Até domingo
terça-feira, 21 de agosto de 2012
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